quinta-feira, 27 de maio de 2010
Mais você.
Sim, fiquei muito orgulhosa. Estes broches tem história. E esta história é que impulsionou minha vida.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
MUNDO MUNDO, VASTO MUNDO

Fui 2 vezes para o Mato Grosso do Sul. E fiquei encantada com a extensão de terras É uma vastidão que invade os olhos quando paralisamos no horizonte e vemos campos abertos, livres, fartos e imensos mundo adentro. Algo invade o peito e imediatamente se pensa em como o mundo é muito maior do que o cotidiano, do que nossos problemas e neuras, do que as coisas mesquinhas que temos no nosso convívio. Diria que é uma sensação única de AMPLITUDE, amplitude do mundo e das coisas simples da vida. Daí se entende um pouco mais a alma pantaneira, se entende Almir Sater e Manuel de Barros.
Quando fui a Campo Grande, fiquei ligada nas ruas, nos lugares, achando que na esquina daria de cara com Almir andando por lá…. Achei que em alguma esquina encontraria a poesia de Manuel de Barros, porque dos dois, sou uma admiradora indiscreta. Isto significa que além de admirar a arte e o estilo de vida, tenho vontade dar um abraço e dizer o quanto a arte deles com o espírito da AMPLITUDE deixa a minha vida mais doce, mais sonhadora…
A poesia de Manuel de Barros entra no meu cotidiano, em dias que a amplitude das ideias é inexistente, então, sem pretensão, vem os versos, e me falam assim ô: "...Para infantilizar formigas é só pingar um pouquinho de água no coração delas…. "
Rs.
É… é assim ô ( vou explicar): é como quando estamos no desespero de um choro e vem uma criança e diz frases engraçadinhas e no meio das lágrimas abrimos um sorrisinho de canto poderoso o suficiente para limpar as lágrimas e o mundo AMPLO, como os campos de Mato Grosso, invade o coração…. a mente….. as idéias….
É assim ó:
domingo, 9 de maio de 2010
O PRESENTE
Este dias das mães foi tão gostosinho! O dia amanheceu frio, mas com um sol lindo! Fui acordada pela minha irmã que disse que o café da manhã estava na mesa. Então se seguiu nós em volta da mesa, conversando, rindo…. Aí, eu e minha irmã pegamos nosso presente.
Bem, o post é sobre o “NOSSO PRESENTE”.
A era digital tirou do mundo da revelação de fotos. Nos roubou a sensação de “ PEGAR” um momento que passou nas mãos ( já estou eu de novo no NO MEU TEMPO….) e ver e rever sentada no sofás os álbuns antigos de família. Aqui em casa tem um álbum destes…. de quando eu era pequena e as fotos nos meus tios novinhos eram coladas e minha mãe ficava apontando e dizendo quem era quem. Tinha as folhas fininhas em cada página e tinha também a ira da minha mãe quando via a marca de cola no álbum, um sinal de que alguém roubou a foto!
Sempre vejo minha mãe abrindo caixas, vendo fotos e sempre reclamando “ não tenho mais fotos, não sei mexer da câmara digital, não sei revelar”. Era constante e a minha mãe repete, repete e repete quantas vezes quiser as reclamações dela.
Recentemente tive contato com os novos álbuns de casamento. São lindos. Na verdade, os tops dos tops, são como livros. As fotos são impressas em papéis XPTO3600 em mil pouses sem dobras no meio… Tudo lindo e moderno. Mas, poxa, não tem algo mais simples?
Foi então que comecei a trabalhar nos álbuns de fotos e foi assim que surgiu a ideia para o presente da minha mãe.
Foi mais de um mês de conversas com minhas 3 irmãs, em trocas de fotos, em escolher não só fotos bonitas, mas, as fotos que registavam os momentos maravilhosos que vivemos nestes últimos anos. Fazer o álbum , decidir o tamanho, ir atrás dos aviamentos, a caixa ideal, escolher o tecido, reviver momentos entre gargalhadas e choros, montar, revelar as mais de 700 pouses…. colar e montar no álbum…. e ainda esconder tudo da curiosidade dela!

Depois ela tomou um banho, passou seus mil cremes e almoçou o almoço que fizemos para ela, sua comida preferida, com um bom vinho tinto. Entre garfadas, sorrisos, não reparamos que erramos da quantidade de vinho, todos nós ficamos altos e fomos dormir embriagados com o amor da minha mãe.
terça-feira, 4 de maio de 2010
corte a cabeça desta menina burra!
Mas, só vim aqui falar sobre “Alice” , porque realmente preciso repensar meus conceitos sobre “NO MEU TEMPO…” assim como disse no post anterior. Senti-me velha assistindo Alice, porque o filme E todas as imagens E todos os recursos maravilhosos E todos os efeitos que mexeram de uma maneira diferente com meus sentimentos E todos suas mensagens de você é dona da sua vida, me cansaram tanto, tanto, tanto… que no meio do filme me sentia como uma velha de 100 anos precisando urgente ir para sua casa. Era tanta coisa junta, tanta informação ao mesmo tempo que não conseguia deixar simplesmente fluir e me entregar aos pequenos enigmas da história. E para finalizar no fim do filme me senti satisfeita de não ter conseguido ir na sessão legendada, porque se tivesse……. poderia sair dali diretinho para uma clínica de repouso.
Alice me cansou, evidenciou que estou no tempo do “ no meu tempo……. o sorvete era mais doce, o amor mais encantador, a o destino mais simples…” e principalmente, que consegui conquistar uma paz interior que talvez (ainda preciso descobrir) não esteja relacionada a minha idade cronológica, mas, sim a minha evolução espiritual, que tanto e tanto venho tentado buscar.
( eu ja escrevi sobre alice: http://hodgkineuconheoestecara.blogspot.com/2009/03/alice-e-o-fim-do-seu-pais-das.html)
sábado, 10 de abril de 2010
NÃO VOU ME ADAPTAR.. NÃO VOU....
Nestes últimos dias, tenho trabalhado bastante profissionalmente e produzido minhas coisinhas em doses homeopáticas. Trabalho o dia todo, chego em casa tomo meu banho e sento para colar uma passaanamaria ou outra. Mas, especialmente esta última semana não tive inspiração para nem olhar para meu refúgio de paz, assim como, não tive inspiração para vir neste blog que é um espaço de prazer e arte da minha vida.
Faltou-me inspiração, sobrou ansiedade, revolta e intolerância.
Ando muito, muito, muito revoltada. Contrariada. Ontem comecei a ler um livro da Martha Medeiros de crónicas ( DOIDAS E SANTAS) que ganhei de presente de pascoa (adorei ter ganhado livro em vez de ovos, porque este ano me livrei do consumismo da Páscoa e não comprei, não ganhei, não enviei NENHUM ovo de chocolate, apenas me resguardei e assimilei o verdadeiro sentido da Páscoa) e após 60 páginas lidas e algumas crónicas deglutidas, reparei que na maioria das ideias estavam associadas a uma crítica direta ou indireta, ácida ou doce, esculachada ou sutil ou mundo DO HOJE EM DIA…
Fui dormir com aquilo martelando na minha cabeça…. O tal mundo do HOJE EM DIA (NOS DIAS DE HOJE) ta perdido mesmo ou que estou ficando velha?
Será que…… Em uma roda de amigos, estou falando…. “NO MEU TEMPO…………………………”????????
Pronto, iria escrever um post sobre tudo que esta me fazendo ter um nó enorme na garganta, mas, desde ontem……… preciso pensar sobre o NO MEU TEMPO NO MUNDO DE HOJE EM DIA…….
Será que vou me adaptar?
sexta-feira, 19 de março de 2010
vou ali....
segunda-feira, 8 de março de 2010
Para vocês mulheres...
Obrigada por tudo!


